BAIXADA FLUMINENSE E AS âEURoeILHAS DE CONTATOâEUR DA GLOBALIZAÇÃO: A TERRITORIALIDADE DO CIBERESPAÃO NAS REGIÃoES MARGINAIS

Autores

  • Sidney Cardoso Santos Filho Núcleo de Estudos Geográficos da Baixada Fluminense (NEG-BF/FEUDUC), professor do Estado e Tutor do curso de Extensão de Geografia do CEDERJ.

Resumo

O aprofundamento do processo de globalização forja modelos sociais que permitem um novo repensar das dinâmicas sociais, implicando novos paradigmas e forçando um novo mêtodo de inclusão. O caminhar dessa lógica globalizadora nos permite olhar de um novo modo para os lugares e perceber as dissonâncias geradas por uma evolução desigual. As marcar deixadas por este processo se manifestam nos mais variados modos, como ê o caso do crescimento potencial das âEURoeLan HouseâEUR, verdadeiras ilhas de contato desse novo espaço de relacionamento, Ciberespaço. Neste sentido, ê proposto o entendimento de proliferação deste âEURoepontosâEUR nas regiões marginais, entendendo seus mecanismos de manutenção de suas ações sobres os lugares.

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Como Citar

Santos Filho, S. C. (2016). BAIXADA FLUMINENSE E AS âEURoeILHAS DE CONTATOâEUR DA GLOBALIZAÇÃO: A TERRITORIALIDADE DO CIBERESPAÃO NAS REGIÃoES MARGINAIS. Revista Intellector - ISSN 1807-1260 - [CENEGRI], 2(03), 01–06. Recuperado de http://revistaintellector.cenegri.org.br/index.php/intellector/article/view/69

Edição

Seção

Artigos/Articles